Educação, tecnologia e o que está por vir.
Reflexões sobre IA na educação, programação nas escolas e inovação pedagógica — com os pés na realidade da escola brasileira.
IA não é o futuro das crianças. É o presente delas.
O mundo do trabalho está sendo redesenhado pela inteligência artificial — e a criança que entra na escola hoje vai viver nele por inteiro. Ensinar IA cedo não é adiantar o futuro: é dar a ela o direito de não ser só usuária. Reflexão de quem é, ao mesmo tempo, professor, desenvolvedor e cientista de dados sobre por que o letramento em IA é a nova alfabetização — e por que ele começa muito antes do que imaginamos.
Ler artigoIA e o futuro do trabalho: a lição da China para a educação
A China descontinuou cerca de 12.200 cursos universitários, criou mais de 10.200 com foco em IA e robótica e lançou um plano para ensinar inteligência artificial em todas as escolas. Não é sobre copiar a China — é sobre entender que o trabalho está se reorganizando em torno da IA, e a educação precisa acompanhar. Preparar a criança para o futuro é ensiná-la a criar com a tecnologia, não só a consumir.
Ler artigoRobotomia: nascida na sala de aula, construída para a velocidade da IA
A Robotomia é uma plataforma que leva um currículo de tecnologia — robótica e programação com ênfase em inteligência artificial — para dentro das escolas. Fruto do dia a dia de um professor que também é desenvolvedor e cientista de dados, ela dá origem não só ao ecossistema, mas a um currículo vivo, feito para se atualizar na mesma velocidade em que a tecnologia e a IA avançam.
Ler artigoIA na educação: o que muda na sala de aula (e o que não muda)
A inteligência artificial não substitui o professor — ela devolve tempo. Veja onde a IA já ajuda de verdade na escola e onde a presença humana continua insubstituível.
Ler artigoPor que programação deveria começar cedo (e não é sobre virar programador)
Ensinar programação no Ensino Fundamental não é formar uma legião de desenvolvedores. É desenvolver pensamento lógico, resolução de problemas e protagonismo diante da tecnologia.
Ler artigoGamificação que funciona: como engajar sem transformar em vício
Pontos e recompensas mal usados viram chantagem. Bem desenhados, reforçam atitudes e constroem hábitos. A diferença está em recompensar o esforço certo.
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